Com a popularização do uso da Inteligência Artificial (IA), surgem preocupações quanto ao impacto da tecnologia no Poder Judiciário, que lida com a vida e patrimônio da população. É o que disse Rodrigo Badaró, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Podcast do Correio desta quarta-feira (11/2). Indicado à presidência do Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Poder Judiciário, o advogado apontou como objetivo do comitê o fortalecimento da segurança processual, sem descartar a modernização da justiça brasileira.
Criado pela Resolução nº 615, o comitê deve garantir que tribunais sigam padrões éticos no uso da tecnologia. Rodrigo comenta que a primeira medida será a capacitação dos magistrados, que precisam conhecer a forma correta de fazer perguntas à IA generativa, por meio de prompts, e se comprometer a checar todas as informações disponibilizadas. Apesar da medida, ele destaca que a IA deve continuar tendo uma função complementar no trabalho do juiz, que nunca deve delegar a decisão à máquina.
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