Clóvis Prates, de 85 anos, participou da inauguração da TV Itacolomi, em 1955. Foi ator de teleteatro e, posteriormente, atuou como cinegrafista até se tornar diretor de programação.
Como parte do especial “TV Itacolomi: 70 anos”, o Estado de Minas apresenta depoimentos de ex-funcionários da primeira emissora de Minas Gerais que permanece na memória de muitos mineiros que, entre 1950 e 1980, puderam acompanhar uma programação de excelência na dramaturgia, no esporte, no jornalismo e no entretenimento.
CAPÍTULOS DO VÍDEO
00:00 – Abertura
00:30 – O que levou Clóvis Prates a ir para a TV Itacolomi?
03:36 – Como foi o pré-inauguração da emissora
06:38 – Como funcionavam os teleteatros
08:36 – “Ninguém sabia de televisão”
10:06 – Os teleteatros e novelas de Vincente Prates e Lea Delba
15:02 – Quando Clóvis foi de ator para cinegrafista
16:48 – “Os câmeras eram ídolos naquela época”
18:36 – Histórias de cinegrafista (Copa de 1958)
20:20 – Quando se tornou diretor de TV e diretor de programação
23:03 – Os metódos arcaícos de medição de audiência na TV
24:56 – O sucesso do programa “Balona bem bolado”
27:00 – Como era o “Além da notícia”, com George Norman
29:00 – A rede de emissora por “microondas” antes dos satélites
30:41 – Transmissão “pirata” de um jogo do Cruzeiro
31:54 – Como era feito o “Repórter Esso” na Itacolomi
33:02 – A chegada do videotape
34:24 – O sucesso do programa “Sérgio Bittencourt, obrigado”
36:40 – Artistas de outros estados na TV Itacolomi
38:30 – Como eram os comerciais no começo da televisão no Brasil
43:06 – Videotape fez diminuir programação local
44:49 – Por que a TV Itacolomi marcou tanto os mineiros?
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