Neste trecho, Veruska Donato mostra que, somando investimentos públicos e privados, o Brasil aplica cerca de 2% do PIB em infraestrutura, ainda abaixo do necessário. A conversa então avança para o conceito de cidades inteligentes. O professor Wilson Levy explica que o termo vai muito além da tecnologia: envolve marcos jurídicos claros, como planos diretores e leis de zoneamento, capazes de induzir comportamentos que favoreçam o desenvolvimento urbano. Ele destaca que uma cidade inteligente depende também de “cidadãos inteligentes”, participativos e informados, capazes de contribuir com a tomada de decisões do Estado. Tecnologia, afirma, deve ser ferramenta para melhorar a qualidade de vida, e não um fim em si mesma. Para Levy, regras claras, participação social e uso adequado da tecnologia formam o tripé fundamental do urbanismo inteligente no contexto brasileiro e latino-americano.
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