Com a chegada do verão e o aumento da exposição ao sol, especialistas alertam sobre os riscos do câncer de pele, com foco no melanoma, a forma mais agressiva da doença. A bancária Patrícia Santos, que é descendente de alemães, foi diagnosticada com melanoma metastático após notar um inchaço na axila.
“Achei até que fosse um pelo encravado”, relatou, mas a biópsia revelou que o câncer já estava nos linfonodos. O diagnóstico precoce em agosto deste ano permitiu um tratamento menos agressivo. Aos 50 anos, Patrícia reforçou os cuidados com a saúde e a exposição ao sol, destacando que “não é uma sentença de morte”.
Especialistas afirmam que o câncer de pele tem altas chances de cura quando identificado no início. Eles alertam para sinais como manchas que mudam de cor ou formato. Entre 2006 e 2023, 684 mortes por câncer de pele foram registradas, com o melanoma representando 373 casos.
Medidas preventivas incluem uso regular de protetor solar e vestimentas adequadas. A proteção solar deve ser reaplicada a cada duas a três horas, mesmo sem suor aparente. “A exposição prolongada ao sol é um dos principais fatores de risco”, ressaltam.
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