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Por que as petroleiras americanas dispararam após a prisão de Maduro



Petroleiras americanas disparam, Petrobras cai e o Brasil entra no radar geopolítico.
No Mercado, da revista VEJA, a apresentadora Veruska Donato entrevista Rodrigo Marques, economista-chefe da Nest Asset Management, para analisar por que as ações de petroleiras americanas subiram forte após a prisão de Nicolás Maduro, enquanto a Petrobras operava em queda na B3.

Durante a conversa, Marques comenta reportagem de Bruno Andrade, colaborador do programa, que mostra a alta no pré-mercado de Nova York de empresas como Chevron e Exxon Mobil, impulsionadas pela expectativa de abertura de uma nova fronteira de exploração de petróleo na Venezuela.

“Quando você abre uma fronteira nova de perfuração e produção de petróleo, o mercado tende a ficar mais otimista no curto prazo”, afirma Rodrigo Marques.

O economista pondera, no entanto, que experiências anteriores — como a invasão do Iraque e a queda do regime na Líbia — mostram que os efeitos positivos para as petroleiras costumam ser limitados no longo prazo, devido ao alto custo e à lentidão dos investimentos.

“A capacidade de produção acabou se mostrando mais lenta do que o mercado estimava”, diz Marques.

Na análise, ele afirma que a queda da Petrobras pode ser transitória e que o Brasil pode ganhar relevância caso a oferta venezuelana não se recupere rapidamente, especialmente se a China buscar novas fontes de petróleo.

“O Brasil passa a ser a bola da vez”, afirma Rodrigo Marques.

Ao final, o economista avalia que o país pode adotar uma política externa mais pragmática nos próximos anos.

“O Brasil não tem amigos, o Brasil tem parceiros comerciais”, diz Marques, citando o ex-chanceler Saraiva Guerreiro.

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