O retorno de María Corina Machado à Venezuela levanta dúvidas sobre o futuro da transição política no país e sobre a solidez do governo interino de Delcy Rodríguez. Para Leonardo Paz, professor de Relações Internacionais do Ibmec, ainda é cedo para falar em ameaça real ao atual arranjo de poder.
Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da revista VEJA, o professor afirma que o cenário é de transição lenta e controlada, com forte influência das Forças Armadas e sem disposição dos Estados Unidos para impor um novo governo à força. “A única certeza é que há uma transição em curso, mas não se sabe como nem quando”, avalia.
Leonardo Paz explica que María Corina tenta se reposicionar politicamente para ter espaço no processo futuro, mas sem apoio americano imediato para chegar ao poder. Segundo ele, uma mudança brusca exigiria ocupação militar — algo que Donald Trump não quer bancar. O foco do governo americano, destaca o professor, é garantir acesso ao petróleo venezuelano, e não promover uma transição democrática clássica.
“O Trump foi transparente: o interesse é petróleo”, diz Paz, lembrando que o presidente americano mencionou muito mais energia do que democracia em suas falas públicas. Para o professor, essa estratégia levanta dúvidas sobre a viabilidade econômica do plano, já que a reconstrução da infraestrutura petrolífera venezuelana exige investimentos bilionários e de longo prazo, em um momento em que a demanda global por petróleo tende a cair.
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