Jerônimo Rodrigues afirma que a polarização faz parte da democracia, mas alerta para os riscos de radicalização nas eleições de 2026 e cita os ataques de 8 de janeiro como um limite que não pode ser ultrapassado.
No Em Pauta, da revista VEJA, a repórter Isabela Alonso Panho questiona o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), sobre o cenário político de 2026, que tende a repetir o clima polarizado das eleições de 2022, diante do surgimento de novas pré-candidaturas no campo bolsonarista.
Jerônimo afirma que a polarização não é, em si, um problema, desde que respeite os limites da democracia, da legalidade e do debate civilizado.
“A polarização não é uma coisa ruim, ela fortalece as posições divergentes”, diz o governador.
Ele alerta para os riscos de radicalização, lembra os ataques de 8 de janeiro e defende que divergências políticas não podem resultar em violência ou destruição de instituições.
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