Uma nova geração de pessoas ativas acima dos 40 anos está ressignificando o envelhecimento. Conhecidos como “nolds”, ou “never old”, eles se recusam a ser classificados como idosos.
Maria do Socorro, aos 67 anos, é um exemplo disso, destacando-se no fisiculturismo. Ela afirma: “Eu não sou a idade que eu tenho. Eu sou o que eu sou.” Instituições como a UnB oferecem cursos voltados para essa faixa etária, enquanto estudos apontam para um aumento da população idosa no DF até 2030.
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