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Rainhas de bateria revelam seus segredos à frente do almejado cargo | VEJA Gente



Rainhas de bateria revelam o que é preciso para reinar no Carnaval do Rio
Em poucos dias, a Marquês de Sapucaí volta a ser o grande palco do Brasil. As escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro apresentam enredos que celebram a cultura, a ancestralidade e a diversidade do país. No centro desse espetáculo, as baterias comandam o ritmo — e, à frente delas, as rainhas de bateria concentram olhares e expectativas.

Convidadas do programa semanal da coluna GENTE, da VEJA, as doze rainhas das agremiações do Grupo Especial falaram sobre preparação, responsabilidade e paixão pelo samba. Mais do que brilho e fantasia, todas reforçam: o posto exige entrega, disciplina e profundo respeito pela comunidade.

Para Sabrina Sato, rainha da Vila Isabel, a preparação vai além do físico. “A minha preparação tem que ser emocional. É ouvir a bateria, sentir o ritmo e entender o espírito do enredo. Respiro, preparo e muito amor pela escola”, afirma.

Já Juliana Paes, à frente da bateria da Viradouro, destaca o comprometimento técnico e afetivo. “É estar nos ensaios, decorar todas as marcações e se misturar com a comunidade. A protagonista é a bateria”, diz, ressaltando a homenagem ao mestre Ciça neste Carnaval.

A ligação com a ancestralidade aparece na fala de Mayara Lima, do Paraíso do Tuiuti: “Esse cargo carrega a história de muitas pessoas que abriram caminho. Exige respeito e responsabilidade”. Em tom semelhante, Evelyn Bastos, da Mangueira, reforça que a rainha precisa ser da comunidade e viver o dia a dia da escola.

Algumas conciliam o Carnaval com outras fases da vida. Lorena Flor, da Beija-Flor, conta que a preparação é cuidadosa após a maternidade, enquanto Viviane Araújo, rainha do Salgueiro há duas décadas, resume: “Minha preparação é sambar a noite toda. Depois de 20 anos, estou mais do que pronta”.

O preparo físico intenso aparece nos relatos de Bianca Monteiro (Portela), Vanessa Rangeli (Acadêmicos de Niterói) e Mileide Mihaile (Unidos da Tijuca), que falam em treinos, dieta, disciplina e energia para representar suas escolas.

Para Fabíola de Andrade, da Mocidade Independente, o essencial é “se entregar de corpo e alma à escola, com humildade e respeito”. Já Iza, da Imperatriz Leopoldinense, destaca a disponibilidade: “O Carnaval acontece o ano inteiro para a comunidade. Estar ali é fazer parte disso”.

Estreante no posto, Virgínia Fonseca, da Grande Rio, resume o aprendizado: presença e sintonia. “O Carnaval já começou. Aula, ensaio, treino e muita ansiedade. A rainha precisa estar presente de verdade”, afirma.

O programa semanal da coluna GENTE vai ao ar toda segunda-feira e pode ser assistido no canal da VEJA no YouTube, no streaming VEJA+, na TV Samsung Plus, além da versão em podcast no Spotify.
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