Marcela Rahal analisa crítica de Donald Trump ao show de Bad Bunny no Super Bowl e o peso político da apresentação. No Ponto de Vista, a jornalista comenta a repercussão do espetáculo que levou mensagens de união e críticas à política migratória dos Estados Unidos.
No Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, é analisada uma nota publicada na home de VEJA pela colunista Amanda Péchiy sobre a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl.
Durante o show, o artista porto-riquenho enviou uma mensagem de união e identidade latino-americana, afirmando que “a América não são apenas os Estados Unidos” e citando países do continente como resposta simbólica ao discurso migratório adotado pelo presidente Donald Trump.
Trump reagiu nas redes sociais, classificando a apresentação como “uma das piores de todos os tempos”, “um tapa na cara dos americanos” e dizendo que o show não representaria os valores do país. O presidente também criticou o fato de o artista cantar em espanhol, afirmando que “ninguém entendeu uma palavra”.
Marcela destaca que, apesar da crítica, o show foi amplamente elogiado, especialmente pelo tom político e simbólico, e ocorreu em um momento em que Bad Bunny ganha projeção global após conquistar um Grammy, reforçando seu peso cultural e político.
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