Num mesmo dia, nesta quinta-feira (9), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deu uma no cravo, outra na ferradura, e ainda foi além. Alcolumbre encaminhou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). E a CCJ, então, marcou a sabatina de Messias para o dia 29 de abril. Ficou atendido aí o interesse do governo. Então, Alcolumbre marcou para o dia seguinte, 30 de abril, sessão do Congresso para discutir a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Dosimetria, que reduz penas dos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Atendeu, assim, aos interesses da oposição. Mas Alcolumbre ainda foi além: definiu que essa sessão do Congresso tratará exclusivamente do PL da Dosimetria. Enterrou, assim, a leitura do pedido de instalação da CPI do Master. Três gestos que atendem a cada lado do jogo político no momento. Inclusive, o lado do próprio Alcolumbre. Como explica Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.
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