O colunista de VEJA Robson Bonin comenta o episódio das fantasias de animais na COP30, que gerou críticas, memes e constrangimento durante o primeiro dia do evento.
Ao lado de Marcela Rahal, no Ponto de Vista, Bonin analisa o contraste entre o discurso ambiental sério e o tom performático e teatral que marcou a abertura da conferência, com pessoas vestidas como onça, arara e boto cor-de-rosa invadindo a green zone do evento.
“Foi uma cena cômica, meio improvisada, com fantasias de festa de criança”, ironiza Bonin.
“Mas a COP30 também é um grande circo — mistura debates sérios com performances culturais.”
O colunista destaca que, embora o objetivo fosse celebrar a biodiversidade brasileira, o episódio acabou servindo de combustível para piadas e críticas políticas, especialmente de grupos ligados à oposição.
🎙️ Assista à análise completa e veja por que até o folclore brasileiro virou pauta na COP30.
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