A eleição de 2026 será um acerto de contas com 2022 e pode encerrar um ciclo iniciado em 2014, avalia o cientista político Rafael Cortez.
No programa Os Três Poderes, da revista VEJA, apresentado por Ricardo Ferraz, o cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências, analisa a ideia de que a eleição de 2022 “não terminou” e que o pleito de 2026 carrega os mesmos conflitos políticos, institucionais e econômicos.
Segundo Cortez, a disputa de 2026 deve funcionar como uma eleição de transição, ainda marcada pela polarização entre Lula e Bolsonaro, pelos dilemas democráticos e pelos desafios das contas públicas, mas com potencial de encerrar um ciclo histórico iniciado em 2014.
“A eleição de 2026 será muito parecida com a de 2022”, afirma Rafael Cortez.
“Vejo 2026 como um acerto de contas com os dilemas democráticos”, diz o cientista político.
“Esse ciclo começa em 2014 e pode se encerrar em 2026”, avalia Cortez.
Na análise, o cientista político destaca:
a permanência dos ecos da eleição de 2022
a polarização Lula-Bolsonaro como herança ainda ativa
os desafios da convivência democrática e da legitimidade institucional
a continuidade dos problemas fiscais e econômicos
a possibilidade de 2026 marcar o fim de um longo ciclo político
a chance de um novo mandato, seja de quem for, inaugurar uma agenda mais propositiva
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Conteúdo original da revista VEJA.
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