Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?
Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções.
Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário? A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.
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