O caminho escolhido pelo governo federal para amenizar os impactos das tarifas americanas sobre a economia brasileira vai ter consequências sobre os gastos públicos. As linhas de crédito e a redução de impostos para os exportadores, anunciadas no plano Brasil Soberano, podem deixar as contas públicas ainda mais no vermelho. O Palácio do Planalto decidiu que R$ 9,5 bilhões dos R$ 30 bilhões do socorro às empresas não serão contabilizados no regime fiscal. A meta do Ministério da Fazenda para este ano é que o país tenha déficit zero. Os gastos têm elevado a relação entre dívida pública e PIB. Em junho, estava em 76% do produto interno bruto. A estimativa é que, em 2028, a dívida chegue ao equivalente a 84% de tudo o que é produzido no país.
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