A Polícia Federal prendeu Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, durante a segunda fase da Operação Barco de Papel. A ação investiga a aplicação irregular de R$ 970 milhões do fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro em títulos do Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central. Antunes foi detido em Itatiaia ao retornar dos Estados Unidos. A Justiça Federal apontou risco de destruição de provas e decretou a prisão temporária. As investigações indicam gestão fraudulenta que coloca em risco o pagamento de aposentadorias. A repercussão chegou a Brasília: a oposição protocolou pedido de CPMI para investigar o Banco Master, movimento que deve receber apoio da base governista, segundo o líder do PT, Lindbergh Farias.
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