A crise de imagem do Judiciário e o debate sobre limites éticos no STF estão no centro da análise do colunista Mauro Paulino.
No Ponto de Vista, programa da revista VEJA apresentado por Marcela Rahal, Paulino comenta o clima tenso nos bastidores do Supremo Tribunal Federal após a iniciativa do presidente da Corte, Edson Fachin, de propor um novo código de ética e conduta para os ministros.
O colunista avalia a decisão de Fachin de nomear a ministra Cármen Lúcia como relatora do projeto, que busca equilibrar a relação do Judiciário com entidades privadas e estabelecer critérios mais claros para atividades externas, como palestras.
Para Mauro Paulino, a magistratura — especialmente no STF — não é uma carreira comum e exige cuidados adicionais para preservar a imagem de independência, neutralidade e credibilidade.
“Não basta ser honesto, é preciso parecer honesto”, resume o colunista.
Segundo ele, embora palestras e atividades externas não sejam proibidas, o momento de desgaste institucional exige prudência máxima, já que a imagem do Judiciário hoje é percebida de forma mais negativa do que positiva por parcela significativa da população.
Paulino destaca que a credibilidade das instituições é fundamental para a democracia e que iniciativas como o novo código de ética são uma tentativa de conter esse desgaste.
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