“E não há tempo que volte, amor! Vamos viver tudo que há pra viver… Vamos no peeeermiiitiiiir!” – fala a verdade: esse refrão virou trilha sonora dos banquetes de Natal e Ano Novo. Mesa farta, repeteco do salpicão com lombo, sobremesa que “só aparece uma vez por ano” e, no pós, o clássico combo: zíper da calça aberto, estufamento, azia… e um certo peso na consciência.
Mas vamos combinar uma coisa logo de cara: comer mais em alguns dias não define a sua saúde nem apaga tudo o que foi construído ao longo do ano. Só teria esse poder se esse excesso tivesse sido regra nos últimos 365 dias – e não exceção em momentos específicos de celebração.
O maior desafio, quase sempre, não é físico. É mental. A culpa alimentar entra em cena junto com promessas de compensação extrema. A roupa apertou e a pergunta surge automática: “como é que eu perco esse peso que ganhei no fim do ano?”. Cortes radicais na dieta, além de desnecessários, podem atrapalhar esse processo de perda de peso. E, numa boa… adianta mesmo sair tomando chá, suco detox e água com limão achando que isso “limpa” tudo?
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