No dia da liquidação extrajudicial do Banco Master, a instituição tinha apenas R$ 4 milhões em caixa, segundo depoimento do diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, Ailton Aquino, à Polícia Federal. O valor foi considerado irrisório para um banco que administrava cerca de R$ 80 bilhões em ativos.
De acordo com Aquino, uma instituição desse porte deveria manter ao menos R$ 3 bilhões em liquidez — recursos imediatamente disponíveis para honrar compromissos. À PF, o diretor afirmou que o foco do BC era a crise de liquidez do Banco Master, que já acumulava dívidas bilionárias e enfrentava pedidos de resgate de CDBs por clientes.
Com a quebra, o banco controlado por Daniel Vorcaro deixou 1,6 milhão de clientes sem acesso aos recursos, que precisaram ser socorridos pelo Fundo Garantidor de Crédito. O pagamento de mais de R$ 40 bilhões em indenizações entra para a história como o maior resgate já realizado no país.
A escassez de caixa no dia da liquidação contrasta com episódios de ostentação atribuídos a Vorcaro, como a festa de 15 anos de sua filha, em 2023, orçada em R$ 20 milhões, com cerca de 500 convidados e atrações internacionais, entre elas o DJ Alok.
👉 Inscreva-se no canal da VEJA
👍 Curta o vídeo
💬 Comente: a falta de liquidez explica a decisão do Banco Central?
—————————————————————————
Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN
Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/
SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:
Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/
Facebook: http://www.facebook.com/Veja/
Twitter: http://twitter.com/VEJA
Telegram: http://t.me/vejaoficial
Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/
TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
source

