A rotina dos trabalhadores na construção civil é marcada por desafios e riscos constantes. Em um canteiro no Distrito Federal, mais de 100 operários se revezam em turnos de até 12 horas. A segurança é uma prioridade para evitar acidentes graves.
“A segurança é a gente que tem que fazer”, diz o operário Fábio Ângelo, profissional com 25 anos de experiência, destacando a importância dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Dados indicam que a construção civil lidera o ranking de profissões perigosas no Brasil, agravado pela alta taxa de informalidade.
Recentemente, um acidente fatal ocorreu durante a limpeza de um equipamento industrial. A fiscalização rigorosa e os treinamentos contínuos são essenciais para proteger os trabalhadores.
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