Guilherme Derrite critica pontos centrais da PEC da Segurança apresentada pelo governo federal e afirma que o texto original “centraliza poder de forma absurda” na União. Em entrevista a Isabella Alonso Panho, no Em Pauta, da revista VEJA, o secretário defende que o combate ao crime organizado funciona melhor por meio de cooperação entre forças federais e estaduais — e não pela federalização das investigações.
Segundo Derrite, a Polícia Federal não tem efetivo suficiente para assumir todas as demandas de repressão ao crime organizado:
“A PF tem pouco mais de 13 mil homens. É impossível que dê conta de tudo.”
Ele afirma que o segredo da segurança pública está na integração de esforços:
“A rede colaborativa é o grande segredo.”
Para o secretário, o problema da PEC é ignorar as diferenças regionais do país e impor diretrizes obrigatórias aos governadores:
“O texto vai na contramão ao centralizar poder de forma absurda.”
Derrite também critica a dependência dos estados em relação ao Fundo Nacional de Segurança Pública, citando que São Paulo recebe menos de R$ 50 milhões por ano — valor irrisório para quem investe mais de R$ 33 bilhões:
“O governo federal me repassa R$ 48 ou R$ 49 milhões e quer dizer o que eu devo fazer.”
Ele elogia o relator Mendonça Filho e o presidente da comissão, Aluísio Mendes, e diz que espera correções substanciais no texto:
“Eles vão corrigir esses equívocos cometidos pelo governo federal.”
Para Derrite, a solução é uma divisão equilibrada de responsabilidades e de financiamento:
“Na segurança, a União precisa investir como investe em saúde e educação.”
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