PNAD Contínua mostra desemprego baixo, mas o mercado de trabalho é mais complexo. No programa Mercado, da revista VEJA, a apresentadora Veruska Donato entrevista a economista Carla Beni, conselheira do Corecon-SP, para analisar os dados mais recentes da PNAD Contínua, que indicam queda no desemprego, mas revelam outros indicadores essenciais, como desalento, subutilização e população ocupada.
A partir da última PNAD, que ganhou destaque até em capa da VEJA, Veruska pede uma radiografia que vá além da taxa oficial de desemprego. Carla Beni defende uma leitura mais ampla dos dados: “Nós precisamos do caldeirão inteiro”, afirma, ao explicar que o mercado de trabalho não pode ser analisado por um único indicador.
Um dos pontos centrais da análise é o desalento, grupo formado por pessoas que estão há mais de um ano procurando emprego e já não acreditam que vão conseguir uma vaga. Segundo Carla, esse contingente vem caindo de forma consistente. “Nessa última PNAD, foram 332 mil pessoas a menos nessa condição”, destaca, ressaltando o impacto direto sobre as famílias.
A economista também chama atenção para o recorde de população ocupada, que chegou a 102 milhões de trabalhadores, e para a redução do número de subutilizados, aqueles que trabalham menos horas do que gostariam. Para ela, o resultado positivo do mercado de trabalho é impulsionado pela massa salarial e pelo ganho real do salário mínimo, fatores que ajudam a sustentar o consumo e a atividade econômica.
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