Dez anos após o crime, o júri popular dos acusados pelo assassinato do cinegrafista aposentado João Domingos França Costa está marcado para o dia 23 de fevereiro, no Maranhão. João, de 63 anos, teria sido morto por um seguro de vida no valor de R$ 800 mil. A principal suspeita é Maria das Graças Silva, companheira da vítima à época, acusada de ter contratado um caseiro para executar o crime com um tiro na cabeça durante uma viagem a Cajapió (MA).
Apesar das prisões iniciais, os acusados respondem em liberdade há quase uma década, o que gera revolta e sofrimento aos familiares. Os três filhos de João aguardam o julgamento como a última esperança de justiça. “Dói muito a falta dele. Eu peço justiça”, desabafou Alex, o filho mais velho.
O advogado da família critica a demora do Judiciário e afirma que o prazo de dez anos compromete a credibilidade da Justiça. Para os familiares, o júri representa não apenas um julgamento, mas a chance de encerrar um ciclo marcado pela dor e pela impunidade.
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