Cerca de 40 mil pacientes iniciam tratamento de hemodiálise todos os anos no Brasil, mas uma fila de espera torna o processo ainda mais difícil. A diálise peritoneal surge como alternativa, aumentando a capacidade de atendimento e permitindo que o tratamento seja feito em casa, melhorando a qualidade de vida.
Maria Luísa convive com doença renal crônica há 40 anos e dependia da hemodiálise tradicional. “Se fosse fazer a hemodiálise teria que sair de 4 a 5 vezes”, conta. Com a diálise peritoneal, ela realiza o procedimento à noite, durante o sono, por meio de um aparelho que filtra o sangue através de um cateter no abdômen.
Apesar de disponível no SUS, a modalidade atende apenas 5,6% dos pacientes, enquanto 87% ainda dependem da hemodiálise convencional. Segundo Ana Flávia Moura, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia na Bahia, “precisamos olhar para essa modalidade, que é eficaz, segura e traz boa qualidade de vida, garantindo acesso para mais pessoas”. Mais de mil pacientes aguardam internados por uma vaga para iniciar o tratamento.
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