A Constituição da Venezuela prevê novas eleições em caso de “falta absoluta” do presidente, mas a realidade política e institucional do país torna esse cenário inviável. No Ponto de Vista, da revista VEJA, a apresentadora Laísa Dall’Agnol entrevista o mestre em Relações Internacionais Uriã Fancelli, que explica por que a transição venezuelana dificilmente levará à democracia no curto prazo.
Segundo Fancelli, ao reconhecer a presidência interina da vice, o Brasil sinaliza legitimidade política para decisões de governo, mas isso não significa uma ruptura com o regime. “Dificilmente haverá democracia no curto prazo”, afirma o especialista, ao destacar a fragilidade do Estado venezuelano, a ausência de confiança jurídica e a captura das instituições por interesses criminosos.
O analista também avalia por que mesmo a oposição vencedora das eleições de 2024 teria dificuldade para governar e sustentar um projeto de liberalização econômica. Para ele, apesar das desconfianças em relação aos Estados Unidos, o caminho do diálogo é mais eficaz do que ações militares. “Historicamente, transições democráticas na América Latina aconteceram por negociação, não por força.”
👉 Assista à análise completa no Ponto de Vista, da revista VEJA.
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