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Emprego em alta, mas vida apertada: por que a sensação não melhora | Mercado



Mesmo com números fortes do mercado de trabalho, como desemprego em 5,2% e aumento da renda média, muita gente sente que a vida não ficou mais fácil. Em entrevista ao Mercado, a economista, professora da FGV e Conselheira do CORECON SP, Carla Beni, explica esse aparente paradoxo: o Brasil vive pleno emprego e crescimento próximo de 3%, mas o custo de vida segue pressionado, especialmente após a pandemia.

A inflação de alimentos perdeu força em relação ao IPCA, mas os serviços ficaram mais caros em um cenário de alta demanda. O resultado é uma economia aquecida, com restaurantes, hotéis, aeroportos e shows lotados, ao mesmo tempo em que persiste a sensação de aperto no bolso. Um retrato fiel de um país que cresce, consome e reclama — tudo ao mesmo tempo.

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