Yuri Sanches explica por que Michelle Bolsonaro foi descartada apesar de liderar cenário da direita.
No programa Ponto de Vista, da revista VEJA, o diretor de Risco Político da AtlasIntel, Yuri Sanches, analisa os cenários eleitorais testados pela pesquisa que colocam Michelle Bolsonaro numericamente à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, mas fora da estratégia atual do bolsonarismo.
Em conversa com Marcela Rahal, Yuri afirma que Michelle é o nome da direita com menor rejeição, mas que seu crescimento gerou desconfiança interna na família Bolsonaro, especialmente após o episódio do Ceará, quando ela contrariou acordos políticos costurados por Jair Bolsonaro e seus filhos.
“O crescimento da Michelle não foi pacífico dentro do bolsonarismo”, afirmou Yuri Sanches.
“A escolha por Flávio é uma tentativa de neutralizar esse protagonismo”, disse o analista.
Segundo Yuri, a definição por Flávio Bolsonaro como porta-voz do bolsonarismo ocorre num contexto de prisão de Jair Bolsonaro, disputas internas por protagonismo e tentativa de manter um monopólio político da direita dentro do núcleo familiar. A estratégia, avalia ele, busca unificar a voz do movimento, mesmo com custos eleitorais.
📺 Assista à análise completa no Ponto de Vista, programa da revista VEJA, apresentado por Marcela Rahal.
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💬 A direita erra ao deixar Michelle Bolsonaro fora da disputa?
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