A proposta de reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais reacendeu o debate sobre produtividade e custo para as empresas. Estudo do IPEA aponta impacto de 1% nas despesas, equivalente ao aumento do salário mínimo. Entidades como CNI e Fiesp defendem cautela e respeito aos acordos coletivos.
Neste corte de Mercado, Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, e Josias Bento, especialista em investimentos CEA e sócio da GT Capital, discutem se a mudança deve ser gradual, os reflexos nas contas públicas e o verdadeiro entrave da baixa produtividade brasileira: gestão pública, infraestrutura ou investimento privado?
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