As intervenções militares dos Estados Unidos entram em uma nova fase, menos explícita e mais cirúrgica. A avaliação é de Leonardo Paz, professor de Relações Internacionais do Ibmec, em entrevista ao programa Ponto de Vista, da revista VEJA.
Segundo o professor, embora Washington tenha um longo histórico de intervenções no exterior, o momento atual apresenta diferenças importantes. “Os Estados Unidos não vão mais colocar tropas no chão como nos anos 1990 e 2000”, afirma. Para ele, a estratégia do governo Donald Trump tende a priorizar ações pontuais, como operações especiais, bombardeios seletivos, sanções econômicas e pressão política indireta.
Leonardo Paz compara o cenário atual com intervenções do passado, quando havia maior alinhamento ideológico e presença militar direta. Hoje, o objetivo segue sendo garantir interesses estratégicos, como acesso a recursos naturais e influência política, mas com menor custo militar e menor desgaste doméstico.
“O que muda é a pegada: menos tropas, menos ocupação e mais ações direcionadas para influenciar elites políticas”, resume.
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