Um homem que conviveu com João Paulo Leandro por 12 anos procurou a polícia para relatar detalhes sobre o comportamento do advogado preso como suspeito de assassinato.
Ele descreveu João Paulo como manipulador e mencionou ameaças e comportamentos estranhos após a separação. Um motorista de aplicativo foi identificado como tendo levado o suspeito ao local do crime.
Na terça-feira (30), peritos identificaram possíveis evidências de outras vítimas na chácara onde o corpo foi encontrado. A justiça decretou a prisão preventiva de João Paulo, decisão que trouxe alívio ao ex-companheiro.
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