Uma monitora escolar do Cruzeiro (DF) ficou ferida após a explosão do celular que carregava no bolso da calça, na última quarta-feira (12). O aparelho começou a superaquecer momentos antes da explosão. A mulher sofreu queimaduras nas mãos e nas pernas e foi levada ao Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília.
De acordo com o especialista em eletrônicos Antônio Salles, baterias de íon-lítio, presentes na maioria dos smartphones, podem explodir em casos raros, especialmente quando o aparelho está danificado, superaquecido ou é utilizado enquanto carrega. Ele recomenda verificar periodicamente o estado da bateria, evitar deixar o celular plugado à noite e não utilizar o dispositivo durante o carregamento.
O médico José Adorno, presidente da Associação Brasileira de Queimados, alerta que casos semelhantes têm sido cada vez mais frequentes. Segundo ele, em caso de acidente, é fundamental resfriar a área afetada com água corrente e procurar atendimento médico imediato.
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