Bruno Perri, economista-chefe da Forum Investimentos, explica por que o Fundo Garantidor de Crédito precisa mudar para evitar novas distorções no mercado. Para ele, o investidor deveria dividir parte do risco ao aplicar em CDBs de bancos menores, recebendo só o principal ou parte dos juros em caso de quebra. A medida forçaria uma precificação mais rigorosa e reduziria a corrida por taxas elevadas sem avaliação adequada.
Perri também defende maior contribuição de bancos médios ao FGC, especialmente quando ampliam captação e exposição ao fundo. O rombo provocado por liquidações recentes, como as de Banco Master e Banco Pleno, consumiu até 35% do caixa, exigindo aportes antecipados dos grandes bancos — o que pode pressionar spreads e encarecer o crédito.
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