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Frente Mineira de Prefeitos critica repasses: ‘Municípios precisam ter voz nas decisões nacionais’



À frente da Frente Mineira de Prefeitos (FMP), a prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), defendeu, em entrevista ao Café com Política, que a principal pauta de sua gestão será a reforma tributária, com atenção especial às demandas das cidades polo.

“Eu sou municipalista e, representando cidades polo, a Frente Mineira veio para que esses municípios também tivessem voz”, afirmou. Segundo a prefeita, a meta é garantir que os anseios das maiores cidades mineiras sejam considerados nos poderes Legislativo e Executivo, tanto no Estado quanto no país.

Menicucci disse que pretende implementar um projeto de desenvolvimento sustentável para as macrorregiões de Minas, aliado à atração de investimentos e inovação. “Queremos lutar para que todas as regiões tenham seu desenvolvimento sustentável reconhecido, para que a gente possa captar recursos e executá-los”, ressaltou.

A nova presidente defendeu ainda maior integração com a Associação Mineira de Municípios (AMM), que, segundo ela, congrega principalmente cidades menores. “São duas entidades municipalistas. A frente entra para que a gente tenha esse trabalho em parceria, cada uma no seu nicho, de forma integrada.”

Entre os principais gargalos enfrentados pelas cidades polo, Menicucci apontou a saúde, especialmente na realização de cirurgias e exames especializados. Ela criticou o congelamento da tabela do SUS há 20 anos e disse que os municípios precisam de apoio para manter o atendimento. “O nosso gasto é muito maior e os recursos sempre são finitos”, afirmou.

A prefeita também falou sobre a concessão de rodovias e defendeu pedágios com tarifas justas. “Sou a favor de concessões, mas que as tarifas não sejam tão altas para a população não ter esse peso no bolso e o desenvolvimento das regiões continue”, pontuou.

Sobre medidas nacionais que impactam o orçamento municipal, como os pisos da enfermagem e do magistério e a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, Menicucci pediu compensações. “Tem que ter [compensação], porque é uma receita que vem no Fundo de Participação dos Municípios”, avaliou. Ela adiantou que a FMP já estuda as perdas que a medida pode gerar.

Em relação à política estadual, a prefeita afirmou que o cenário para 2026 ainda é incerto. “Talvez seja uma das primeiras eleições que, a um ano do início do processo eleitoral, não tem ali ‘este é o candidato’”, observou, defendendo um nome de centro que una forças da direita e da esquerda.

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