Haddad defende imposto maior sobre bebidas, cigarros e jogos: “É para inibir o consumo daquilo que não faz bem.” O ministro da Fazenda afirmou que produtos com externalidades negativas devem ter tributação mais alta, como ocorre no mundo inteiro, para educar, inibir o consumo e financiar campanhas de prevenção e tratamento.
No trecho, Haddad explica que o chamado “imposto do pecado” — aplicado a produtos como bebidas alcoólicas, tabaco e jogos — não tem apenas função arrecadatória, mas também educacional e social. Segundo ele, parte da arrecadação deve ser usada em políticas públicas de saúde e conscientização.
“Esse imposto a mais serve de publicidade anticonsumo e ajuda a remediar o mal que essas questões acarretam para a sociedade”, disse Haddad.
O ministro também destacou que, com o avanço dos algoritmos e da economia digital, certas atividades de entretenimento podem gerar dependência e impactos negativos, o que justifica o debate sobre regulação e tributação.
🎯 Trechos marcantes:
“Todo mercado que traz externalidade negativa precisa de imposto maior.”
“É para inibir o consumo, educar as pessoas e eventualmente tratar.”
“Esse imposto serve de publicidade anticonsumo.”
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