A homenagem ao presidente Lula no Carnaval virou um risco político. No Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, os colunistas de VEJA Robson Bonin e Mauro Paulino analisam os bastidores da decisão que levou a escola Acadêmicos de Niterói a homenagear Luiz Inácio Lula da Silva com uso de verba pública.
Bonin aponta erro de cálculo do governo ao aceitar a homenagem em ano eleitoral. Segundo ele, o presidente teria se deixado levar por uma bolha de elogios no entorno do Planalto, chegando a acreditar que teria “o carisma do tamanho da Sapucaí”. O plano de participação da primeira-dama e de ministros foi abortado após alertas de risco, inclusive de vaias e protestos no Sambódromo, um ambiente sem controle de público, ao contrário dos eventos oficiais com segurança e plateia filtrada.
Na sequência, Mauro Paulino avalia que faltou bom senso ao governo. Para ele, a aposta é de alto risco porque pode gerar imagens negativas — como rejeição pública — e só depois do desfile será possível medir se o efeito foi positivo ou negativo. Em comum, os colunistas destacam que o governo não precisava correr esse risco ao transformar o Carnaval em um teste público de popularidade.
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