Na segunda-feira (26), a cúpula do PL avaliava o ato comandado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) no domingo. Nikolas caminhou mais de 200 km pedindo a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro e levou 18 mil pessoas no domingo (25) à Praça do Cruzeiro no encerramento da caminhada. Mas ignorou todos os avisos da meteorologia de que seria perigoso reunir tanta gente num terreno descampado debaixo do temporal que caiu. Resultado: mais de 80 pessoas foram ali atingidas por um raio, mais de 40 foram levadas para o hospital e uma delas ainda se encontra na UTI. O que prevaleceu, então, foi uma demonstração de força ou de irresponsabilidade. Para o PL, pelo menos por enquanto, uma demonstração de força. Que curiosamente, não foi angariada por nenhum dos presidenciáveis do campo da direita, que não participaram do ato. Para o PL, isso não foi um problema. Porque o partido ainda se divide sobre o caminho que deve tomar nas eleições de outubro. Como explica Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.
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