O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donaldo Trump, trará, é claro, prejuízos econômicos ao Brasil. E é esse mesmo o objetivo de Trump. Mas o Brasil estuda alternativas para reduzir ao máximo esse impacto. O JBrNews teve acesso com exclusividade a um estudo que está sendo feito pela Apex para mapear mercados alternativos que possam absorver as vendas que hoje são feitas para os Estados Unidos. O estudo mapeou os 108 setores que exportam US$ 18,3 bilhões ao país presidido por Trump e que têm uma dependência de mais de 10% das suas exportações para lá. E encontrou 72 mercados alternativos que poderiam suprir essas exportações. O mercado número um é a China, que já é o mais parceiro comercial do Brasil e que, com seus 1,5 bilhão de habitantes, pode ainda comprar mais. Um desses setores é o café. A China tem uma das maiores redes de cafeterias do mundo, a Luckin’ Coffe. A sua importância na construção dessa alternativa é o que conta Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.
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