Os poderes Legislativo e Judiciário retomaram na segunda-feira (2) suas atividades. Nas sessões de reabertura dos trabalhos, todos os discursos pregaram a necessidade de pacificação e de harmonia entre os poderes. Mas abaixo da superfície desses desejos de paz o que ficou subentendido é que há muita disposição para briga. Tensões deverão marcar pelo menos este primeiro semestre de 2026. Primeiro, tensões internas, principalmente no Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar da discordância da maioria, o presidente do STF, Edson Fachin, anunciou que escolheu a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, para relatar sua proposta de código de ética para os ministros da Corte. E prenúncios de novas disputas entre os poderes ficaram dos discursos dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre, em torno de questões como o orçamento ou a análise do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a Suprema Corte. Os recados dados nos discursos são o tema do JBrNews de hoje. Com Rudolfo Lago.
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