O Tribunal do Júri aceitou a denúncia do Ministério Público do DF contra Kelvin Barros da Silva, acusado de feminicídio e destruição de cadáver. Em 5 de dezembro de 2025, ele assassinou Maria de Lourdes Freire Matos, cabo temporária do Exército, dentro de um quartel no Setor Militar Urbano.
Após o crime, Kelvin confessou, alegando legítima defesa, mas o caso será julgado na justiça comum, pois não envolve questões militares. A investigação sugere que o crime foi motivado por um suposto relacionamento não correspondido.
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