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Juros altos seguem travando comércio e consumo no Brasil | Mercado



No Mercado desta quinta-feira, (29) o debate foi direto ao ponto: apesar da sinalização de queda dos juros animar parte do mercado, o Brasil segue entre os países com os maiores juros reais e nominais do mundo, e isso cobra um preço alto da economia real. A apresentadora Veruska Donato conduziu a conversa com André Sacconato, da FecomercioSP, e Roberto Padovani, economista-chefe do banco BV, sobre os impactos desse cenário para o comércio, a produção e o consumidor.

Sacconato explicou como os juros elevados pressionam toda a cadeia econômica: encarecem o financiamento do comerciante, reduzem a demanda do consumidor e dificultam investimentos para expansão dos negócios. Mesmo quem compra à vista sente o peso, já que o custo financeiro está embutido nos preços. Padovani reforçou que a política fiscal segue no radar do Banco Central e que o ambiente externo instável, com Estados Unidos, dólar e tensões geopolíticas, torna a decisão sobre cortes ainda mais cautelosa.

O programa também destacou o chamado “delay” da política monetária: mesmo que os juros comecem a cair em março, os efeitos só devem chegar à economia entre seis e nove meses depois — e de forma limitada, caso o corte seja pequeno. Um retrato claro dos desafios que seguem no horizonte.

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