A Justiça britânica condenou a mineradora BHP, controladora da Samarco, pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, dez anos atrás, no maior desastre ambiental do Brasil. A mais alta corte da Inglaterra foi acionada pelas vítimas porque a BHP era listada na Bolsa de Valores de Londres quando o desastre aconteceu, em 2015. Os responsáveis pela ação consideraram insuficientes os processos conduzidos no Brasil.
O Tribunal Superior de Londres ouviu depoimentos e concluiu que a BHP não tomou medidas para evitar o colapso da barragem. Segundo a juíza do caso, a BHP ignorou alertas de instabilidade pelo menos um ano antes do desastre. A barragem do Fundão se rompeu, em Minas Gerais, dez anos atrás. Ao todo, 19 pessoas morreram. A decisão pode abrir caminho para indenizações bilionárias.
O caso se tornou a maior ação ambiental da história da Justiça britânica. Um processo que pode mudar a forma como grandes empresas são responsabilizadas por desastres ambientais ao redor do mundo. A etapa de avaliação dos danos já está em andamento. É nela que serão definidos os valores das indenizações, estimados em até R$ 250 bi.
A Justiça britânica confirmou que ainda podem ser abertos outros processos na Inglaterra. A BHP, controladora da Samarco, que operava a barragem, disse que já pagou mais de R$ 70 bi aos afetados pela tragédia e que vai recorrer da decisão.
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