Quando o aposto para se referir a ela mudou, e a líder da oposição venezuelana María Corina Machado passou a ser mundialmente conhecida como a nova Nobel da Paz, uma dúvida surgiu quase como denominador-comum. A láurea poderia acelerar um processo de derrocada de Nicolás Maduro?
Para a própria Nobel, “esse dia está próximo”, e há um protagonista responsável por isso. “O presidente Trump está fazendo muito para que isso aconteça”, diz ela nesta entrevista exclusiva, a primeira ao Brasil desde que o Comitê Norueguês a contactou em uma madrugada de sexta-feira para comunicar sobre a láurea.
Nesta conversa realizada por videochamada, ela aparece à frente de uma parede branca, o único cenário no qual é vista desde janeiro, quando brevemente rompeu a clandestinidade, foi à rua para um protesto e, em um dia de fatos ainda nebulosos, relatou ter sido detida e depois liberada pelo regime.
María Corina Machado, 58, defende as ações do governo Trump no mar do Caribe, que já mataram 27 supostos narcotraficantes, e nega que tivesse conhecimento da autorização dada por Washington à CIA para conduzir ações contra Maduro em solo.
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