Margarida Salomão relata sensação de impotência diante da emergência climática em Juiz de Fora. Em entrevista ao Ponto de Vista, a prefeita faz um desabafo pessoal sobre os limites humanos e a responsabilidade institucional diante de chuvas extremas que atingiram a cidade.
No programa Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, a prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, afirmou que, como pessoa, sentiu “uma sensação de impotência” diante da intensidade do temporal.
“O que eu podia fazer diante de uma chuva tempestuosa que não passava? Rezar”, declarou.
Como gestora pública, porém, destacou a responsabilidade de agir na emergência e também de fortalecer a cidade estruturalmente. Segundo ela, o município tem quase R$ 2 bilhões previstos para investimentos em infraestrutura urbana, incluindo intervenções em córregos e contenção de encostas.
A prefeita também chamou atenção para o impacto social da crise climática, ressaltando que muitas famílias vivem em áreas de risco “não porque escolheram, mas porque a situação econômica e a desigualdade nas cidades as levam a ocupar essas áreas tão perigosas”.
“Ontem foi o pior de tudo”, afirmou, ao relatar a sequência de dias de chuva intensa que vêm desestabilizando a cidade.
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