Milton Cunha critica a chegada de Virginia Fonseca como rainha de bateria, questiona o avanço do capital no samba e dispara: “o casamento ético heterossexual faliu”.
Convidado do programa semanal da coluna GENTE, da revista VEJA, o carnavalesco e comentarista da TV Globo fala sobre memórias amazônicas, poder, cultura periférica e os bastidores do Carnaval.
Inventivo e provocador, Milton Cunha, 63 anos, transita entre a academia e a Avenida com a mesma intensidade. Doutor em Letras pela UFRJ, com pós-doutorados na EBA-UFRJ, o paraense relembra a infância na Amazônia marcada pela Transamazônica, critica o modelo predatório de progresso e afirma que há um saber amazônida sistematicamente ignorado.
Ao longo da entrevista, Milton discute a entrada de influenciadores em cargos simbólicos no Carnaval, fala sobre a relação histórica dos bicheiros com o samba, avalia o samba-enredo em homenagem ao presidente Lula (PT), defendido pela Acadêmicos de Niterói, e questiona até onde vai o poder do dinheiro sobre a representação cultural.
“O talento é comunitário, é periférico”, diz Milton Cunha.
“Esse modelo de progresso canibal fracassou”, afirma o carnavalesco.
O programa semanal da coluna GENTE, da revista VEJA, vai ao ar toda segunda-feira e está disponível no canal da VEJA no YouTube, no streaming VEJA+, na TV Samsung Plus e também em versão podcast no Spotify.
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