O caso de uma mulher que morreu depois de passar mal dentro de uma piscina em uma academia de São Paulo acendeu um alerta em todo o país. A suspeita é de intoxicação por gases liberados após a mistura inadequada de produtos químicos usados no tratamento da água.
Na casa da empresária Beatriz Popovidis, a piscina é essencial, mas a limpeza é terceirizada. O piscineiro Jonathan Paiva alerta que a economia pode sair caro, especialmente ao misturar cloro com outras substâncias, o que pode liberar gases perigosos.
A Vigilância Sanitária do Distrito Federal inspeciona piscinas coletivas, verificando o nível de cloro e o pH. É essencial um especialista certificado para manusear os produtos e garantir a segurança.
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