Durante o voto da ministra Cármen Lúcia no julgamento da trama golpista, o ministro Alexandre de Moraes fez um aparte em que reforçou que Jair Bolsonaro liderou uma organização criminosa fortemente armada com o objetivo de calar o Judiciário e se perpetuar no poder. Segundo Moraes, as provas demonstram que os réus chegaram a executar atos violentos, como os planos “Punhal Verde Amarelo” e “Copa 2022”, que envolviam armamento pesado e grave ameaça ao Estado democrático de direito. Para o ministro, assim como cartéis utilizam crimes indeterminados para atingir sua finalidade, a organização criminosa golpista recorreu a diversas práticas ilícitas para tentar deslegitimar as urnas, jogar a população contra o Judiciário e impedir a alternância democrática.
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