Médicos e autoridades de saúde estão atentos ao surgimento de novos casos de Mpox no Brasil este ano, principalmente após o carnaval. A Organização Mundial da Saúde detectou uma nova variante do vírus em dois países, formada quando dois tipos diferentes infectaram a mesma pessoa e trocaram material genético. Até agora, foram registrados casos no Reino Unido e na Índia, ambos envolvendo pacientes com viagens internacionais.
No Brasil, o Ministério da Saúde confirma quase 50 casos este ano, sendo 44 apenas em São Paulo. Segundo médicos, o número está na média do ano passado. O risco para a população em geral é considerado baixo, e os principais sintomas incluem lesões na pele, febre, dores no corpo, na cabeça e fraqueza. A transmissão ocorre principalmente por contato físico, como em relações sexuais.
O infectologista Ralcyon Teixeira alerta: “Está se sentindo mal e está com dúvida se é ou não Mpox ou outras ISTs? Procure um serviço de saúde. É muito importante que a pessoa faça esse diagnóstico, até para ajudar na quebra da cascata da transmissão”. Homens com múltiplos parceiros estão mais expostos à doença.
No Brasil, a vacinação é direcionada a grupos específicos, como pessoas que vivem com HIV e usuários de medicação preventiva para HIV. A enfermeira Ana Paula Augusto dos Santos afirma que a estratégia busca proteger quem está em maior risco.
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