Uma mulher grávida viveu um drama em um hospital particular de Taguatinga, no Distrito Federal. Após dar entrada na unidade com sangramento, ela ficou internada por mais de duas semanas e passou por um parto prematuro extremo. O bebê morreu e, segundo a família, o hospital perdeu o corpo da criança, transformando o caso em investigação policial.
A mãe, Alyne Pereira, estava grávida de cinco meses e afirma que a gestação não era considerada de risco. Durante a internação, ela relata que permaneceu deitada, sem a realização de exames previstos em prontuário, e que o parto normal foi induzido mesmo contra sua vontade. Alyne diz que chegou a ver a filha respirar após o nascimento, mas não teve acesso ao corpo nem recebeu explicações sobre a causa da morte. O sepultamento só ocorreu um ano depois.
O caso aconteceu em maio de 2023 e veio a público após a repercussão de outras denúncias envolvendo a mesma unidade de saúde. A família acionou a Justiça para apurar possíveis falhas no atendimento médico e a violação da dignidade da paciente. Procurado, o hospital não respondeu.
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