Após ser eleito presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (MDB-MG) revelou que líderes do governo, como Randolfe Rodrigues e Jaques Wagner, ficaram surpresos com a derrota do candidato apoiado pelo Planalto e o procuraram para conversar.
Viana destacou que, apesar de se definir como político de centro-direita, mantém bom relacionamento com o governo e afirmou ter conversas francas com a ministra Gleisi Hoffmann. Ele garantiu que dará “previsibilidade e transparência” à CPMI, mas sem aceitar intervenções externas.
O senador explicou que sua candidatura foi viabilizada pela articulação da oposição, mas ressaltou que seu perfil de centro e experiência em CPIs, como a de Brumadinho, permitiram agregar votos decisivos do União Brasil e do PP.
“A oposição deu a articulação, mas eu era o único nome capaz de unir centro e direita”, afirmou Viana.
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