O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, rebateu as especulações sobre uma suposta disputa política em torno da megaoperação contra o crime organizado. Questionado sobre o protagonismo de autoridades, Rodrigues afirmou que houve “grande sinergia entre as instituições”, com operações sincronizadas em São Paulo, Paraná e Brasília. Ele destacou que não há espaço para política partidária dentro da PF e que cada ente governamental tem legitimidade para comunicar suas ações.
Sobre as falhas que permitiram o avanço do esquema bilionário, Rodrigues admitiu que houve brechas na regulação e fiscalização do setor de combustíveis e de fundos de investimento. “Sempre que a polícia precisa atuar é porque houve falhas”, disse. Para ele, a operação representa um “divisor de águas”, já que novas regras e controles já foram publicados no Diário Oficial para fortalecer a prevenção contra crimes financeiros.
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